Reporters in the Amazon don’t have a lot to report…

…so they report on me. Here is another interview taped last week (15NOV2012) in Óbidos, Pará

Translation:

O americano do Texas Patrick Falterman estive viajando pelo Amazônia em uma canoa desde o início do ano. O aventureiro já passou por várias cidades no oeste do Pará, e ontem ancoro aqui, no município do Óbidos. Veja a reportagem com participação da TV Eldorado na Itaituba e a comprobação da TV Sentinela. 

 The American from Texas Patrick Falterman hás been travelling around the Amazon in a canoe since the beginning of the year. The adventurer has already passed various cities in Western Pará, and anchored yesterday here in Óbidos county. Watch our segment, with participation from TV Eldorado in Itaituba and editing from TV Sentinela.

De Houston, no Texas, para Amazônia. Patrick e um americano de uma cidade conhecido nos filmes de ficção científica por ser o local onde ficam comandados foguetes enviados a o espaço. Mais o sonho do Patrick nunca foi pisar na lua; desde criança, sempre teve vontade de conhecer a terra – e de uma maneira meio estranho, mais tão corajosa quando a dos astronautas.

 From Houston, in Texas, to the Amazon. Patrick is an American from a city known from science fiction films for being the command center for rockets sent to space. But Patrick’s dream was never to set foot on the moon. Since childhood, he has always wanted to travel the Earth – and in a rather strange way, though just as brave as the astronauts sent into space. 

 “Eu sempre teve o vontade de estar aqui, desde criança, né? Amazônia sempre esteve, na minha cabeça, um lugar mágico, dos sonhos, né? Onde o velho espírito da aventura nunca morreu, né? Agora que aqui um ano…pois estava certo, né? Aqui já tem aventura, já fez muitas aventuras muitas massas.”

“I’ve always wanted to be here, ever since I was a kid, you know? The Amazon was always, in my head, a magic place, like a place out of a dream, you know? Somewhere where the old spirit of adventure never died. And now that I’ve been here a year…well, I was right, huh? Here there’s definitely adventure, I’ve already had some awesome ones.”

O americano vai viajando em uma canoa propulsionado só por uma pequena vela – e muitas vezes, apenas por remo. Para conhecer a região, início sua viajem pelo Rio Tapajós em uma pequena jangada com menos de quatro metros quadrados, onde viajo de São Luís do Tapajós, um paraíso natural no município da Itaituba, até Averio, onde compro a pequena canoa.

 The American travels in a canoe driven only by a small sail – and on many occasions, only a paddle. To get started, he started his trip on the Tapajós River in a small raft with less than four square metres, where he travelled from São Luís do Tapajós, a natural paradise in Itaituba county, as far as Averio, where he bought the small canoe.

 “Eu saí do meu Estado, do Texas, e foi pegando carona para Califórnia, para Arizona – o oeste do meu país, e daí, eu foi pro México – só pra ver como que era – e aí… pois ainda não volte. E de Belém pegue também muitas caronas pelo Trans-Amazônica. Chegue até Rurópolis, e daí pegue a Cuiabá-Santarém e foi pro garimpo. Fique lá num lugar que se chama Jardim do Ouro. Lá tente de fazer uma jangada pra baixar  para Itaituba, Santarém…mais não deu certo por causa das cachoeiras que se tem lá no garimpo, e então não deu para viajar de jangada. Obviamente.  Então eu foi para Itaituba, para São Luís do Tapajós, onde acabam os cachoeiras do Rio Tapajós, e lá e onde eu fez a jangada, com ajuda dos ribeirinhos lá. E aí viaje nela por umas 180 kilometros, de São Luís do Tapajós, Itaituba, Barreiras, Fordlândia, Brasília Legal e Averio. Em Averio tenha que deixar a jangada por causa do vento. Ela estava puxando a jangada muito e não deu pra baixar mais. E Então, fique em Averio umas dois mesas, curtindo a cidade, fazendo amizades, e compre a canoa que eu tenho agora. No finalzinho do Abril deste ano eu baixe de remo de Aveiro pra Santarém.”

“I left my State, Texas, and went hitchhiking to California, to Arizona – the West. And from there I went to Mexico, just to see how it was…and, well I haven’t really been back yet. And from Belém I also hitchhiked a lot along the Trans-Amazonian highway. I got as far as Rurópolis, where I took the Cuiabá-Santarém highway to the gold mines in the southwest. I stayed in a place calle Gold Garden, where I tried to build a raft to float to Itaituba, Santarém…but it didn’t work out. There in the mines the rivers have a lot of rapids, so travelling by raft was impossible. Obviously. SO then I went to Itaituba, to São Luís do Tapajós, where the rapids along the Tapajós river run out, and built my raft there with lots of help from locals. From there I travelled about 180 kilometers, from São Luís, to Itaituba, Barreras, Fordlândia, Brasília Legal, and Averio. In Aveiro I had to abandon the raft because of the wind. It was blowing strongly against me, and was impossible to keep going in that way. So, I stayed in Averio about two months, enjoying the city, making friends, and I bought the canoe that I have now. At the end of April of this year I paddled down the Tapajós River from Aveiro to Santarém.”

A intenção inicial era viajar a Macapá – mais como a vida de uma viajante solitária sempre é imprevisível, resolveu mudar de áreas e subi o Rio Amazonas depois de vários dias na cidade do Santarém. Agora, o próximo objetivo e ancorar em Manaus – claro, depois de conhecer todas as cidades ao longo do maior rio do mundo.    

The initial goal was to arrive to Macapá – but since a solitary traveler is always changing plans, he decided to change his destination and headed up the Amazon River avter some time in the city of Santarém. Now, his next goal is the anchor in Manaus – after, of course, he visits all of the cities along the largest river in the world.

 “Eu não tenho tecnologia nenhuma. Sei que e o rio maior, mais bravo do mundo, e é por isso que a viagem, né? O Amazonas e o rio maior do mundo, e o rio mais poderoso… o que tem a mais força que se tem neste mundo. E é por isso que a aventura e ainda mais massa. Pra navegar eu tem um mapa que imprimi da internet, do Google Mapas, né? E tem minha cabeça, né?

“I don’t have any technology at all. I know it’s the largest, most turbulent river in the world, and that’s why I’m doing the trip, you know? The Amazon is the largest river in the world, the most powerful…that which has the most force out of any other in the world. And that’s why the adventure is even more awesome. To guide me I have a map I printed off Google Maps…and I’ve got my head, right?”

Patrick tem blog onde posto historia e fotos das belezas naturais que conheceu. Apesar de que antes de conhecer a região, como a maioria dos estrangeiros, achava que a Amazônia era simplesmente natureza, com poucos moradores.

Patrick has a blog where he posts stories and photos of the beautiful natural wonders he has seen. Though before arriving to the Amazon, like most foreigners, he thought that the Amazon was simply wilderness, with few inhabitants.     

“E claro que a Amazônia tem todos os bichos que os americanos acham que tem, e claro que Amazônia e quente, tem muitos rios – e o mato mesmo, né? Mais também é diferente porque lá nos Estados Unidos ás pessoas acham que a Amazônia quase não tem pessoas. Um parte da Amazônia que eu não ouvi falar eram os brasileiros do Pará, do Amazonas, que realmente me trataram muito muito bem, e na verdade, sem a ajuda deles muitos dessas aventuras que eu fez não seriam possíveis.”

“Of course, the Amazon has all of the animals that Americans and other foreigners think it has, and of course, it’s hot, it has lots of rivers – it’s the real jungle, right? But also it’s different than I imagined, since in the USA, most people think that the Amazon has basically no people. A part of the Amazon that I never heard about was the Brazilians who live in Pará, in Amazonas, who really treated me spectacularly – and to be honest, many of the adventures I’ve had so far would have been impossible without their help.”

Boa viagem Patrick, que Deus e Nossa Senhora Santana abençoe o seu caminho, e que você levou ao mundo a boa receptividade Amazônico!

Have a good trip, Patrick, God and the Virgin Mary bless your path! May you take our Amazonian hospitality with you around the world!

Also, here is a list of news blogs and websites whom have done stories on me since the beginning of the year. Some of the comments are funny, mentioning something about how I must have murdered a lot of people in the USA before my escape to Brazil. Actually, I just owe JP Morgan $1,000. Haha.

Raft (March 2012)

http://garimpandonoticias.blogspot.com/2012/03/americano-quer-chegar-macapa-em-um.html

http://www.pepitanegocios.com.br/matriz/diversas/365-americano-quer-ir-de-itaituba-a-macapa-utilizando-uma-jangada

http://blogdojuniorribeiro.blogspot.com/2012/03/o-americano-patrick-falterman-de-21.html

http://blogdoestado.blogspot.com/2012/03/jovem-norte-americano-cruza-rios-da.html

http://portaltrairense.blogspot.com/2012/03/americano-cruza-rios-da-amazonia-em.html

http://blogdoeliasjr.blogspot.com/2012/03/americano-cruza-rios-da-amazonia-em.html

http://marlicarmenescritora.blogspot.com/2012/03/americano-cruza-rios-da-amazonia-em.html

http://amazoniaacontece.blogspot.com/2012/03/turismo-americano-cruza-rios-da.html

http://betoparanatinga.blogspot.com/2012/03/americano-aventureiro-pelos-rios-da.html

Canoe (November 2012)

http://www.obidense.com.br/NC_Americano_Canoa.html

One thought on “Reporters in the Amazon don’t have a lot to report…

  1. Cool!!!
    Eu conheci sobre o Patrick quando eu viajei pro Parque Yosemite, na California, e lah conheci o Cristian, que era seu amigo, e jah remou com ele pela Amazonia. Qd ele me contou a estoria de como eram as suas viagens, eu achei, igual a todo o mundo, que o cara era totalmente doido!!!
    Pelo menos aqui no Brasil, todo aquele que foge do mais ou menos o que eh padrao na sociedade, eh chamado de doido. Nao que o cara precise ser tratado por um psiquiatra, mas a expressao serve para distinguir um cara que age ou pensa de forma diferente.
    No caso do Patrick, o que ele se propôs a fazer eh algo que ninguem no Brasil, de 200 milhoes de pessoas, sonharia em fazer. E se valeu a pena ou nao, eh soh dar uma lida no blog para descobrir a resposta.
    Einstein quando propôs a teoria da relatividade restrita, com pouco mais de 20 anos (acho que 21, se nao me engano), o fez, porque ele tinha a cabeça totalmente descolada de convençōes. Ele simplesmente enunciou a teoria, resolvendo com inovação uma charada que nenhum outro cientista, com a cabeça presa aos conceitos newtonianos, conseguiria resolver.
    A coragem do Patrick, evidenciada nos seus périplos remando rio acima e rio abaixo pelos sertoes da Amazonia, se compara à não convencionalidade do pensamento de Einstein.
    O Patrick orgulha a raça humana. Realmente, eh um cara singular.

Leave a Reply

Please log in using one of these methods to post your comment:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s